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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Carta ao meu amor







Esta madrugada sonhei com você: pedi para que você sentasse em minha cama e fechasse seus olhos, você gentilmente cedeu, fechei meus olhos também e comecei a  fazer carinho pelos seus cabelos, passei meus dedos pelos seus olhos, cheguei em sua face, senti sua barba, encontrei seus lábios, beijei-os com suavidade e doçura,  deitei você e ali permaneceu  só meu, desfrutando de cada décimo de segundo daquele momento mágico que só quem ama já sentiu, cheirei seu pescoço, senti seu cheiro de homem misturado com o cheiro do amor, toquei em seus braços até chegar em suas mãos você as apertou com suavidade, cheirei seu peito e senti seus mamilos em contacto com meus lábios, então chorei... você não estava aqui.
Do seu amor pra sempre.
Autora:Ana Maria De Medeiros

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Edifício de sonhos




Adormecida,
Estremecida,
Dormente...
Não sei bem como eu estava
Apenas senti
E apenas vivi
Sonhos novos,
Surpreendentes
Meus sonhos se dividiam
Em andares
Em odores
Em visões
E escuridões
Embaçados
E multicores
Num andar de muitas flores
Nenhum bicho
Nenhum som
Um perfume de amores
E meu sonho a brincar
A rir e a sentir...
Será que é possível
Um sonho sonhar?
Em outro andar
Tantas cores!
Muitos bichos
Muito som
Um olhar de entusiasmo
Um sentir de puro gozo
Um pensar em não pensar...
Vou acima
E estremeço
No andar da sensação
Numa plenitude
Dos sentidos aflorados
E a detestável solitude
Devassada, sombreada...
Mais acima e com desvelo
Devaneio no compasso
De desejos e fazeres
Num galope no espaço
Infinito
Imensurável
Inesquecível sentimento
Sonhos que sonharam
Sentidos que sentiram
Pensar sem pensamento
E o doce despertar
Luminoso e iluminado
Imitando o firmamento.



Maria Aparecida Medeiros Diniz

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Encantamento


Encantamento...

Não me envolva com teus braços
Se não podes me abraçar
Não me deixa sentir o gosto da sua boca
Se não podes me beijar
Não me cativas com teus olhos
Se não podemos nos olhar

Não me seduza docemente
Se não podes me namorar
Não me encante com teus encantos
Se não puderes me amar



Deixa-me só sôfrega de desejos
Galopando nos anseios
No meu corpo de mulher
Deixa-me flutuar
Nos encantos do sonho de te amar

Não me iluda meu amor
Se esse amor só eu amar.



Autora: Ana Maria De Medeiros Diniz

08 de julho 2010




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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Poetando

Ah! Como eu gostaria de poder escrever um livro, um romance, um conto de fadas.
Como gostaria que as palavras fluíssem da minha mente como se fossem pensamentos pairando no ar, eu certamente deixaria minha imaginação se desenrolar como uma linha num carretel e de cada volta que o carretel desse sairia palavras de emoção, de encanto, de magia; falaria de sonhos, de amor, de carinho, de guerra, de paz, falaria da emoção de um grande amor, de decepção de outros amores, falaria do sorriso das crianças escreveria sobre a beleza do rosto já enrrugado pela idade, pela experiência de uma vida inteira também da alegria da juventude.
Falaria de saudade e de encontros e desencontros.
Ah! Como eu gostaria de ser responsável pela pessoa que eu cativasse.
Talvez começasse assim..


Ao meu amor:


Esta madrugada amei você, pedi para que você sentasse em minha cama e fechasse seus olhos, você gentilmente cedeu, fechei meus olhos também e comecei a lhe fazer carinho pelos seus cabelos, passei meus dedos pelos seus olhos, cheguei em sua face, senti sua barba, encontrei seus lábios, beijei-os com suavidade e doçura aí deitei você e ali permanecia só meu desfrutando de cada décimo de segundo daquele momento mágico que só quem ama já sentiu, cheirei seu pescoço, senti seu cheiro de homem misturado com o cheiro do amor, toquei em seus braços até chegar em suas mãos você as apertou com suavidade, cheirei seu peito e senti seus mamilos em contato com meus lábios, então chorei... você não estava aqui.
Do seu amor pra sempre.


Autoria: Ana Maria Pantaneira

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Desistir jamais



Tenha sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos...
Mas o que é importante não muda... a tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.
Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo.
Não viva de fotografias amareladas...
Continue, quando todos esperam que desista.
Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.
Faça com que, em vez de pena, tenham respeito por você.
Quando não conseguir correr através dos anos, trote.
Quando não conseguir trotar, caminhe.
Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.
Mas nunca, nunca se detenha!

Madre Teresa de Calcutá

terça-feira, 16 de junho de 2009

Sou Mulher


Sou mulher,
com as aflições e a inspiração do poeta,
o esplendor e a serenidade... das mães!

Sou uma canção de ninar!
Experimentadora dos sabores do tempo...
Estrela da constelação familiar.

Sou letra e música da canção
do mais puro sentimento,
que a mulher é capaz de cultivar.

Sou feita com a síntese
do segredo de amar!
Tenho duas fases: minguante e cheia,
assim como o luar!

Sou Mulher (Ivone Boechat)